urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18miguel_lima_18miguel_lima_18LiveJournal / SAPO Blogsmiguel_lima_182008-10-12T13:40:25Zurn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:76502008-10-12T14:18:54Adoro te miúda2008-10-12T13:19:51Z2008-10-12T13:19:51Z<p><i>Sentado numa cadeira,<br />
Imagino paraíso.<br />
Sentado numa cadeira,<br />
Imagino o teu sorriso.<br />
<br />
A cadeira desaparece<br />
Para surgir a areia.<br />
A nossa amizade permanece.<br />
És como uma sereia.<br />
<br />
Adoras o mar relaxante<br />
Onde não nadas, mas vives.<br />
Detestas o stress sufocante<br />
E todo o ódio que tu sentes.<br />
<br />
Adoras o mar pela calma da ondulação.<br />
Adoras o mar pela sua instabilidade.<br />
Detestas a cidade pelo ritmo e poluição.<br />
Detestas a cidade pela sua regularidade.<br />
<br />
Discussões, semáforos, buzinas.<br />
Trânsito, desespero, carros a bater.<br />
É um monopólio de rotinas<br />
Que tu não queres viver.<br />
<br />
Preferes a calma.<br />
Preferes a brisa pura.<br />
És única e a tua alma<br />
É estranha mas segura.<br />
<br />
Não demonstras o que sentes<br />
Mas é extremamente sensível.<br />
A mim nunca me mentes<br />
Mas és muitíssimo imprevisível.<br />
<br />
Não é que sejas má,<br />
És apenas diferente,<br />
E sempre que vens cá<br />
Não consigo ficar indiferente.<br />
<br />
Adoro-te miúda <img border="0" title="smile" alt="smile" src="http://board.ogame.com.pt/en_images_ogame/smilies/smile.gif" /> <br />
</i></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:73582008-10-12T14:16:58Os 4 amigos2008-10-12T13:18:33Z2008-10-12T13:18:49Z<p><i>Quatro meninos<br />
Que cresceram juntos.<br />
Quatro amigos<br />
Que partilhavam sonhos.<br />
<br />
Todos eles brincavam,<br />
Todos eles sorriam.<br />
Todos eles sonhavam,<br />
Todos eles cresciam.<br />
<br />
Com o passar do tempo<br />
Todos eles se separaram.<br />
Com o passar do tempo<br />
As suas vidas mudaram.<br />
<br />
João, Francisco, Bruno e Miguel.<br />
Os quatro amigos que não tinham ideia,<br />
Que a história acabaria neste papel<br />
Rasgado a voar pela areia.<br />
<br />
O Bruno não teve sorte.<br />
A noite em que dormia profundamente<br />
Acabou com a sua morte.<br />
E os três amigos choraram tristemente.<br />
<br />
No funeral que se sucedeu<br />
Os três juraram ficar unidos.<br />
Mas isso não aconteceu<br />
E as lágrimas vieram aos olhos dos dois amigos.<br />
<br />
O João não foi inteligente.<br />
Meteu-se por caminhos errados.<br />
E lá foram os dois amigos solenemente,<br />
Ao funeral ver o João de olhos fechados<br />
<br />
Resta apenas dois corações.<br />
Que se agarraram num abraço sentido.<br />
E os dois juraram perante os caixões,<br />
Que não voltariam a dar um sorriso sofrido.<br />
<br />
Nesta última quadra do poema<br />
Deixo um conselho a todos vós.<br />
Não queiram entrar num dilema<br />
Do que podia ter feito, ou ficam sós.</i></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:70212008-10-12T14:15:45A minha Vida2008-10-12T13:16:53Z2008-10-12T13:16:53Z<p><i>Um dia enquanto na estrada eu flutuava<br />
E as luzes dos candeeiros voavam à minha passagem,<br />
Ouvindo música, o sono eu enganava,<br />
Surgiu então à minha frente uma miragem.<br />
<br />
Tudo ficou branco instantaneamente.<br />
A estrada desapareceu e surgiu uma sala.<br />
Numa secretária vi uma luz cujo brilho incandescente<br />
Parecia provir de uma única mala.<br />
<br />
Não era uma mala vulgar.<br />
Na realidade era toda a minha vida,<br />
Tudo o que senti, agi, ou pensei até sonhar.<br />
Uma panóplia de palavras pronta a ser lida.<br />
<br />
A mala estava aberta,<br />
Com folhas acabadas de imprimir.<br />
Olhei para os cantos da sala deserta,<br />
Tinha a minha vida por descobrir.<br />
<br />
Quis testar a veracidade.<br />
O primeiro caderno eu abri,<br />
Ali estava ela, em perfeita legibilidade,<br />
A data em que eu nasci.<br />
<br />
Relatava a minha existência,<br />
Todos os problemas por que passei.<br />
A força da sobrevivência<br />
E a forma como os ultrapassei.<br />
<br />
Li um novo versículo,<br />
Um em que estava contente<br />
Mas virando esse capitulo,<br />
Mostrava um menino inocente.<br />
<br />
Um que não sabia o que a vida custava,<br />
As adversidades que haveriam de surgir,<br />
Mas sempre que as ultrapassava,<br />
Não conseguía parar de sorrir.<br />
<br />
A infância complicada por que passei<br />
Sozinho cresci,<br />
Sozinho me trancava,<br />
Sozinho eu vivi,<br />
Sozinho eu rebentava,<br />
Mostrava todos os momentos em que sozinho eu chorei.<br />
<br />
Não me queixo porque fui aprendendo,<br />
Aprendendo o quanto a vida é complicada.<br />
Que não podemos ir só dando, mas recebendo,<br />
Os juros desta vida amaldiçoada.<br />
<br />
Podem dizer que sou frio,<br />
Podem dizer que não tenho sentimentos,<br />
Podem dizer que não tenho breu,<br />
Mas sou fruto de todos esses momentos.<br />
<br />
O último caderno caiu no chão.<br />
Era a data da minha morte,<br />
Não consegui ler, acordei com um apertão,<br />
Deus quis deixar-me à minha sorte.<br />
<br />
Tinha tido um acidente,<br />
Ao longe uma médica gritava,<br />
Teria sido eu vidente,<br />
Ou apenas mais um sonho que não interessava?</i></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:67622008-10-12T14:15:12Um Sonho2008-10-12T13:15:40Z2008-10-12T13:40:25Z<p><i>Numa noite, enquanto dormia,<br />
Sonhava com um belíssimo rio.<br />
Uma folha que pela água corria<br />
E de um pássaro brotou um assobio.<br />
<br />
No final a água resvalava numa cascata<br />
Onde caía, transformando-se em espuma.<br />
Ao lado estava uma marta<br />
Envolvida pela cheiro a caruma.<br />
<br />
O sol ardente brilhava<br />
Estávamos no pico de Verão.<br />
Nas rochas, uma mulher chorava<br />
Nesse momento despedaçou-me o coração.<br />
<br />
Ela olhava para o prado verdejante<br />
Com uma lágrima presa nos olhos.<br />
A sua vida tinha sido humilhante,<br />
Vivia escondida sobre uma capa de folhos.<br />
<br />
Tudo caiu numa melancolia existente<br />
Que suava da mulher e se alastrava pela floresta fora<br />
Agravada pelo ar pesado e quente,<br />
Olhem como a mulher chora.<br />
<br />
É sempre bom parar e chorar<br />
Olhar para o céu e ver<br />
O azul calmo e gritar,<br />
Soltar a dor e parar de sofrer.<br />
<br />
Quando ela olhou para mim,<br />
Acordo deste sonho triste.<br />
Recordei aqueles olhos lacrimejantes de marfim,<br />
É a tristeza a que este mundo assiste.</i></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:66322008-10-12T14:14:25O meu trono2008-10-12T13:15:03Z2008-10-12T13:15:03Z<p><i>Sentado em meu trono<br />
Via o esplendor do meu reino sobre a planície.<br />
O início da noite embolia-me em sono,<br />
Mas eu continuava de olhos vidrados sobre a superfície.<br />
<br />
As árvores abanavam com o puderio do vento.<br />
A lua despoletava sobre o vasto horizonte.<br />
O orgulho é tão grande que só eu o sinto,<br />
Eis que vejo ao fundo um belo elefante<br />
<br />
Grande e robusto, despertou-me a atenção.<br />
Não por ser um perigo mas pelo seu esplendor.<br />
De um cinzento vibrante e uma calma contínua que espalhava emoção<br />
Fez desaparecer o frio e envolveu-me em calor.<br />
<br />
É uma analogia ao que realmente sou.<br />
Um rei que transpira confiança.<br />
Um leão que deu tudo e por que o reino se apaixonou,<br />
Um símbolo que inspira esperança.<br />
<br />
É verdade que sou grande e poderoso.<br />
É verdade que protejo o meu reino como ninguém.<br />
Mas preciso de amor para deixar de ser raivoso,<br />
E deixar de ser neblina para passar a ser "alguém".<br />
<br />
Até que um dia enquanto caçava,<br />
Vi uma leoa que me puxou a atenção.<br />
E nesse mesmo momento senti que a amava,<br />
Parei, admirei, e todo eu era paixão.<br />
<br />
Ela olhou-me e virou-se,<br />
Eu seguía-a como um gatinho amedrontado,<br />
Que viu um pássaro e aproximou-se,<br />
Não para matar mas para passar o tempo que estava entediado<br />
<br />
Iluminada pela luz branca da lua,<br />
Parou e olhou na minha direcção.<br />
Como uma miragem apresentava-se bela e nua<br />
E eu fitei-a exibindo o meu charme de leão<br />
<br />
Abanei a juba para ela ver.<br />
Rebolei na erva seca para a divertir.<br />
Ela avançou para mim a fim de ter<br />
A certeza de que era genuíno o que estava a sentir<br />
<br />
Os nossos pescoços se entrelaçaram.<br />
Entre lambidelas no pelo que demonstravam carinho.<br />
Os nossos olhos se cruzaram.<br />
E eu percebi que já não estava sozinho.<br />
<br />
Esta é a história de um leão,<br />
Que ao encontrar uma parceira abandonou a dor.<br />
O mesmo se passa com um humana, falcão ou tubarão<br />
Que só consegue alcançar a paz e a calma no amor.</i></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:62792008-10-12T14:13:46Ser Poeta2008-10-12T13:14:21Z2008-10-12T13:14:21Z<p><i>Sentado numa mesa a beber uma cerveja<br />
Estava um poeta de caneta na mão<br />
Lembrado-se dos mestres como Pessoa ou António Vieira, sentiu inveja,<br />
Precisava de uma fonte de inspiração.<br />
<br />
Ao fundo viu um cinzeiro grande e belo<br />
Que lhe fez lembrar um sol amarelo ardente,<br />
O calor do deserto queimado-lhe o cabelo.<br />
Não dava, tinha de ser um assunto mais convincente.<br />
<br />
Ouviu uma música antiga<br />
Que lhe fez lembrar o tempo em que era novo.<br />
Esquece isso, não se faz um poema de uma cantiga<br />
Que te torne rico e famoso.<br />
<br />
Olhou para o balcão e viu um idoso.<br />
Podia fazer um poema sobre o tempo que passou.<br />
Que inovador... Não passaria de um poeta mentiroso<br />
que escreveria sobre um ar que nunca voou.<br />
<br />
É então que vê uma mulher,<br />
Alta, bela, de cabelo dourado.<br />
Ia escrever sobre algo que nunca sentiu e que sempre quis ter<br />
Era apenas mais um poema de um homem falhado.<br />
<br />
O poeta riu e anotou<br />
As palavras fluíam de caneta com exactidão.<br />
Estava a escrever sobre o tempo que passou<br />
A olhar para objectos em busca de inspiração.</i></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:60292008-10-12T14:13:06Amor2008-10-12T13:13:42Z2008-10-12T13:13:42Z<i>Posso não ser actor.<br />
Posso não ser poeta.<br />
Mas vivo demais este amor,<br />
Guardado numa bíblia secreta.<br />
<br />
Tu és a minha vida,<br />
Fazes parte da minha alma,<br />
Preciso de ti minha deusa perdida,<br />
Que me dás paz e calma.<br />
<br />
Se calhar é exagero,<br />
Pode ser apenas emoção,<br />
Mas tenho vivido em desespero,<br />
De não poder lutar por esta paixão.<br />
<br />
Deitado numa praia perdida,<br />
A minha vida não faz sentido,<br />
Continuo a viver a memória esquecida,<br />
E a ouvir o teu sussurar ao meu ouvido.<br />
<br />
Agora por favor não te esqueças de mim.<br />
Dos momentos que passamos e de todo o suor,<br />
Para aguentarmos a distância que nos une assim<br />
E de todo o esforço de manter vivo este amor.</i>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:56692008-10-12T14:11:51Saudade2008-10-12T13:12:33Z2008-10-12T13:13:02Z<p><i>Na penumbra da noite<br />
Irrompida por um raiar de luz luana,<br />
Passo as mãos pela tua pele<br />
Dando voltas tumultuosas na cama.<br />
<br />
Os dois juntos como um só<br />
Amava-te a cada segundo,<br />
Como num ar puro sem pó<br />
Uma inspiração que me enchia de amor profundo.<br />
<br />
Nunca pensei na sorte que tinha em te ter.<br />
Nunca parei para pensar e temer.<br />
Vivia apenas para ti e para o teu ser,<br />
Precisando de ti para respirar e viver.<br />
<br />
Na fugacidade do amor sentido<br />
Eis que surge um revés<br />
Tu deixaste-me para um mundo melhor partindo,<br />
E eu querendo viver esse sonho mais uma vez.<br />
<br />
Sete meses se passaram e eu continuo a viver a dor<br />
Que me deixaste involuntariamente com a tua partida,<br />
Relembro todo o poderio do nosso amor,<br />
Mas não me esqueço a hora que me deixaste numa paz sofrida.<br />
<br />
A vida andou,<br />
O mundo se moveu,<br />
O vento passou,<br />
Mas fui eu quem te perdeu.<br />
<br />
Agora recordo com saudade<br />
Não o amor mas a tua existência,<br />
Sinto falta da vontade<br />
Que se evaporou mas fica a experiência<br />
De um amor sentido outrora,<br />
E escrevendo este poema recordei<br />
Essa fatídica hora.<br />
</i></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:53902008-04-18T15:41:18Estou a ler2008-04-18T14:48:02Z2008-04-18T14:49:52Z<p>Estou a ler o livro "Uma Aventura em Viagem" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada </p>
<p>Ilustrações de Arlindo Fagundes</p>
<p>Editorial Caminho<br />Colecção «Uma Aventura», n.º 4</p>
<p> </p>
<p><img style="BORDER-LEFT-COLOR: black; BORDER-BOTTOM-COLOR: black; BORDER-TOP-COLOR: black; BORDER-RIGHT-COLOR: black" alt="" border="0" src="http://imagens.webboom.pt/imagem?amb=capaprod&id=4973&width=130" /></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:53092008-04-17T15:08:29Dia Mundial da leitura2008-04-17T14:10:00Z2008-04-17T14:10:00Z<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" size="3">Os livros são essenciais: fazem-nos voar e pensar, fazem-nos crescer até onde quisermos.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" size="3">Miguel Lima</font></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:50852008-04-03T14:40:39Continuacao do conto de Vitorino Nemésio2008-04-03T13:42:38Z2008-04-03T13:43:51ZAo entardecer os campos enchiam-se de neblina, o Pico ficava baço e monumental nas águas. Dos lados da estrada da Caldeira sentiu-se uma tropelada, depois pó e um cavaleiro no encalço de uma senhora a galope.
- Slowly! Let go him alone…
Os cavalos meteram a trote e puseram-se a par. O de Roberto Clark vinha suado, com um pouco de espuma na barriga e sinal de sangue num ilhal. O de Margarida, enxuto, meteu a passo.
- Ah, não posso mais…
Continuaram a subir a encosta verde perdida nos meios das imponentes ruínas cinzentas que tanta beleza davam àquele lugar tresmalhado no centro do mundo. Já faltava pouco para finar mais uma incumbência celestial.
Mais uma alma já ia sozinha. Devagar. Seguida silenciosamente por Clark e Margarida até o divino. Agora já não sentiam dor nem cansaço. Andaram mais um pouco, levados pelo vento até ao seus destino, com o toque dos sinos a avisar a sua chegada. Era sinal que já estavam a chegar. Deep, o centauro, dono dos portões do soberbo reino vinha já caminhando para receber os novatos missionários em busca de almas de corpos acabados. Mortos. Almas sedentas de viver.
Clark e Margarida chegaram. Vinham acompanhados, como não poderia de deixar de o ser, da metade que faltava à sua alma encarnada em cavalos. Essencial às suas vidas. O que fazia com que pudessem viver duas vezes.
- Hi! We arrive!
- Deep!
Pouco depois os majestosos portões foram abertos. Par a par, o centauro abriu-os.
- Ah! Finalmente. Demoraram. De que morreu?urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:46642008-04-02T21:48:16Livro "Uma Aventura nas ferias de natal"2008-04-02T20:49:02Z2008-04-02T20:49:02ZO livro que eu li conta a historia de cinco amigos que foram convidados para ir passar as ferias do natal a uma aldeia junto a vila rica.<br /> A aventura desenrola-se precisamente nessa pequena aldeia.<br />Os grandes jovens, uma manha foram visitar a aldeia e acabaram por encontrar um mapa que os conduzida ate a casa senhorial em que lhes foi dito que esses mapas eram comuns pois quando os franceses invadiram Portugal, tudo o que era de valor era enterrado ou mantido entre as paredes que eram feitas normalmente de madeira.<br /> Quase como todas as historias existem os bons e os maus da fita, e neste caso os maus da fita tiveram o desplante de entregar pessoalmente um mapa falso para que os jovens fossem a procura e talvez perdessem a esperança da procura ao tesouro.<br /> Já não muito motivados os cinco jovens mais o conhecidíssimo Faial decidiram nada fazer no entanto o inteligente Pedro tive uma ideia de génio, “talvez possamos fazer o mesmo que eles nos fizeram”/ “inventamos um mapa e entregamo-lo aos homens”.<br /> No desenrolar da historia os jovens entregarão o mapa aos homens e eles acabaram por nos chatear.<br />Entretanto o Faial, parecendo possuindo começa a roer um velho colchão vindo do antiga casa senhorial e, repara a Teresa num papel que sai do seu interior.<br /> Abrindo com cuidado para não rasgar, a Luísa não hesita em dizer que aquilo e um mapa mas com um ar muito desconfiado diz o João ”humm acho que não”.<br /> Na verdade aquilo não era propriamente um mapa, era sim metade do mapa verdadeiro, juntando1+1, os jovens notaram que o tesouro estava precisamente na casa senhorial.<br /> Correndo ate lá, abrindo uma parede, os jovens conseguiram encontrar o tesouro e entrega-lo ao padre pois a igreja parecia precisar de obras…urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:44042008-02-26T15:13:32Uma questão de cor2008-02-26T15:14:02Z2008-02-26T15:14:02Z<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><div class='ljparseerror'>[<b>Error:</b> Irreparable invalid markup ('<span [...] ms"">') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]<br /><br /><div style="width: 95%; overflow: auto"><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: "Trebuchet MS""><font size="3">Este livro conta-nos a história de uma rapariga chamada Catarina, que é tratada por Nina, sendo o seu pai um perito <st1:personname w:st="on" productid="em computadores. No Natal">em computadores. No Natal</st1:personname> oferecem-lhe um computador e pouco tempo depois o seu primo Danny foi viver para sua casa, o que a obrigou a dormir no escritório... Depois de alguns desentendimentos, acabarão por ficar amigos e Catarina ajuda Danny quando este é vítima de atitudes racistas na escola e ajudam-se mutuamente quando a avó de ambos foi internada devido a problemas de coração.<o:p></o:p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-FAMILY: "Trebuchet MS""><font size="3">Depois o seu primo Danny é insultado por um amigo de Nina mas no dia seguinte o colega de nina convida Danny para ir a sua festa. No final Danny e o amigo de Nina ficam muito amigos.</font></span></p></div></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:42822008-01-18T09:19:53Trabalho de Português2008-01-18T09:40:29Z2008-01-31T14:53:56Z<span style="FONT-SIZE: 24pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-ascii-font-family: Verdana; mso-hansi-font-family: Verdana"><span style="FONT-SIZE: 32pt; mso-hansi-font-family: Arial"></span></span><div class='ljparseerror'>[<b>Error:</b> Irreparable invalid markup ('<span [...] 'bradley>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]<br /><br /><div style="width: 95%; overflow: auto"><span style="FONT-SIZE: 24pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-ascii-font-family: Verdana; mso-hansi-font-family: Verdana"><span style="FONT-SIZE: 32pt; mso-hansi-font-family: Arial"><span style="FONT-SIZE: 28pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: "Bradley Hand ITC"; mso-ascii-font-family: 'Bradley Hand ITC'; mso-hansi-font-family: 'Bradley Hand ITC'; mso-color-index: 3"><span style="FONT-SIZE: 28pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: "Bradley Hand ITC"; mso-ascii-font-family: 'Bradley Hand ITC'; mso-hansi-font-family: 'Bradley Hand ITC'; mso-color-index: 3"><span style="mso-spacerun: yes">
<div style="mso-line-spacing: '80 50 0'; mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><font size="3"></font></div>
</span></span></span></span>
<div style="mso-line-spacing: '90 20 0'; mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><span style="FONT-SIZE: 32pt; mso-hansi-font-family: Arial"><font size="3"></font></span></div>
<div style="mso-line-spacing: '90 50 0'; mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><font size="3"></font></div>
</span>
<div style="mso-line-spacing: '80 20 0'; mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><font size="3"></font></div>
<div style="mso-line-spacing: '80 20 0'; mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><font size="3"><a target="Trabalho de Portugues" href="http://pedrodfr.files.wordpress.com/2008/01/apresentacao1port.ppt" rel="noopener">http://pedrodfr.files.wordpress.com/2008/01/apresentacao1port.ppt</a></font></div></div></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:38592008-01-17T21:36:06Uma aventura nas ferias de Natal2008-01-17T21:46:31Z2008-02-15T16:46:37Z<font size="3"><span style="mso-spacerun: yes">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="FONT-SIZE: 20pt; COLOR: black; LINE-HEIGHT: 115%"><font face="Calibri"><font size="3">Era uma vez quatro amigos que estavam nas férias de natal é não tinham nada para fazer. Certo dia o Pedro recebeu um telefonema de uma tia. O telefonema era a convidá-lo para ir lá passar as férias de Natal com os amigos. Ele ao início pensava que ia ser chato. Mas quando estavam a ir para casa da tia o senhor que os levava contou-lhes que havia um tesouro perdido. Eles ficaram entusiasmados, e queriam encontrar um tesouro.</font></font></span></p>
</span></font>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:37222008-01-10T14:39:10Gato malhado e a Andorinha Sinha2008-01-10T14:40:19Z2008-01-10T14:40:19Z<div class='ljparseerror'>[<b>Error:</b> Irreparable invalid markup ('<span [...] ms";">') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]<br /><br /><div style="width: 95%; overflow: auto"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>O Tempo prometera a Manhã uma rosa azul se a história que ela lhe contasse fosse boa. Era uma história de amor entre o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá.<o:p></o:p></font></font></span>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>Gato Malhado era um gato já velho, mal-humorado e muito mau. Um dia, todos os animais do parque fugiram do gato mas uma jovem andorinha permaneceu num galho de uma árvore. Tiveram um pouco a conversar, ou melhor discutir. <o:p></o:p></font></font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>Desde ai, o Gato Malhado só pensava na Andorinha Sinhá e vice-versa. Numa manhã ele passeou pelo parque e os seus pés levaram-no até a casa da Andorinha. A partir daí todos os dias se encontravam para passear e conversar. Já no fim do Verão, o Gato disse a Andorinha que até casava com ela, ao qual ela respondeu que andorinhas não se casavam com gatos. Depois disso, a Andorinha andou desaparecida. <o:p></o:p></font></font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>Andou pela boca dos animais um boato que a Andorinha namorava com o Gato, e todos criticavam ambos.<o:p></o:p></font></font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>Algum tempo mais tarde, já no Outono, o Gato soube que a Andorinha estava de casamento marcado com o Rouxinol,<span style=""> </span>muito amigo dela. Desde então, o Gato Malhado, passou a andar triste e mal-humorado para todos. <o:p></o:p></font></font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>Revoltado, o Gato matou alguns dos animais que começaram com os boatos. <o:p></o:p></font></font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>Já no Inverno, ocorreu o casamento do Rouxinol com a Andorinha Sinhá. Era tanta a tristeza do Gato Malhado, que ele decidiu caminhar até ao Fim do Mundo. Este viu a Andorinha, pela última vez no casamento, ela também o viu. Na cara dela via-se também tristeza, pois gostara também do Gato, mas fora obrigada a casar com o Rouxinol. <o:p></o:p></font></font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>A Andorinha Sinhá deixou cair uma pétala de rosa do seu buquê sobre <span style=""> </span>Gato, a qual ele colocou <span style=""> </span>no peito, parecendo uma gota de sangue.<o:p></o:p></font></font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>Quando o gato saiu de lá, a pétala brilhou e encaminhou-o até ao Fim do Mundo. <o:p></o:p></font></font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: "Comic Sans MS";"><font size="3"><font face="Times New Roman"><span style=""> </span>Assim, a Manhã recebeu a rosa azul do Tempo.</font></font></span></p></div></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:34942007-12-23T10:40:10Historia de um gato e da andorinha que o ensinou a voar2007-12-23T10:59:43Z2008-01-10T14:37:26ZEra uma vez uma gaivota que foi apanhada por uma mare negra.<br />Ela tentou voar mas uma vez conseguiu ela voou e foi parar a um telhado onde estava um gato chamado Zorbas.<br />Ela pediu para o gato lhe tomar conta de um ovo que ela ia por e ensina-la a voar. O gato vindo que ela estava a falar asserio prometeu-lhe. E foi a correr chamar ajuda mas quando chegaram era tarde de mais.<br />Mas viram o ovo então pegaram nele e tiveram a choca-lo.<br />Quando nasceu deram-lhe comida e protegeram-la.<br />Quando ela cresceu eles ensinaram-a voarurn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:33042007-12-13T14:53:23Livros lidos2007-12-13T14:58:00Z2007-12-13T14:58:00Z<p>Autor: Michel Tournier</p>
<p>Obra: Sexta-Feira ou a Vida Selvagem</p>
<p> </p>
<p>Autor:Luis Sepulveda</p>
<p>Obra: Historia de um gato e de uma andorinha que a ensinou a voar</p>
<p> </p>
<p>Autor: Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães</p>
<p>Obra: Uma Aventura nas ferias de Natal</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:28442007-11-29T11:35:05Uma pequena curiosidade2007-11-29T11:35:56Z2007-11-29T11:36:50Z<p><span style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA"><font size="2">"Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,<br />paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.<br />Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.<br />Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para<br />Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém,<br />pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas, porém<br />posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.<br />Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir<br />permissão par permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.<br />Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.<br />Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,<br />preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam<br />precipitar-se principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas<br />picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas<br />perfurações, pois, pelo passo percorriam permanentemente, possantes<br />potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos,<br />procurando pontos pitorescos, pois, para pintarpobreza, precisaria<br />percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro<br />Paulo precatar-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder<br />prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento,<br />provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir<br />prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso<br />partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando<br />principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense,<br />partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou,<br />prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.<br />- Paris! Paris! -<br />proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois<br />pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais,<br />porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu<br />prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para<br />prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso<br />percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.<br />Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:- Pediste permissão<br />para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo<br />Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?<br />-Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém<br />preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar<br />perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo<br />pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu<br />prontamente, pois pretendia pôr<br />Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela<br />ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro,<br />pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus,<br />piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam<br />pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por<br />pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro<br />profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar<br />pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente<br />Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios,<br />pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo<br />preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois<br />precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu<br />pintando..."<br />Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para<br />pensar.</font></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA"></span></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:24652007-11-10T10:21:25Não fume!!!!2007-11-10T10:51:02Z2007-11-10T10:51:02Z<p class="MsoNormal">O meu nome é Nicotina. Vivo na folha de uma planta chamada Tabaco. A folha onde vivo é muito bonita mas enganadora, pois eu sou má e posso ser muito perigosa. <br /> Antigamente, os povos que viviam na América eram os únicos que conheciam o Tabaco. Mas com a chegada de Cristóvão Colombo passei a viajar pelo mundo todo.<br /> Certa manhã estava eu a apanhar sol, quando vieram uns homens que cortaram as folhas de Tabaco e puseram-nas a secar. Eu fiquei toda contente porque me apercebi que me iam transformar num Cigarro, o que me deu muita alegria pois finalmente iria poder destruir a vida de alguém. </p>
<p class="MsoNormal"><span style=""> </span>Tanto tempo à espera e, finalmente, o meu desejo concretizou-se: transformaram-me num cigarro. Entro pela boca de um fumador, desço pela sua faringe, pela sua laringe e pela sua traqueia. Olho à minha volta e tudo está negro, devido ao meu primo alcatrão que também existe nos cigarros. Mas eu não paro, o meu objectivo é continuar até aos pulmões.</p>
<p class="MsoNormal"><span style=""> </span><span style=""> </span><span style=""> </span>OH!... Mas que lindos pulmões: negros, esburacados, secos e duros. Pelo aspecto destes magníficos pulmões, este fumador deve ter cancro pulmonar. Estou com sorte, deve faltar<span style=""> </span>pouco para o seu fim e, com a minha ajuda, ele estará cada vez mais próximo.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1" style="border: medium none ; border-collapse: collapse;" class="MsoTableGrid">
<tbody>
<tr style="">
<td width="576" valign="top" style="border: 1pt solid black; padding: 0cm 5.4pt; background: yellow none repeat scroll 0%; width: 432.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;">
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;" class="MsoNormal">Fumar não ajuda as nossas vidas, pelo contrário, só as prejudica. Por isso pare de fumar já, não deixe que a Nicotina e o seu primo Alcatrão destruam a sua vida.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:21382007-11-08T15:04:39A casa da árvore2007-11-08T15:05:24Z2007-11-08T15:05:24Z<em>
<p><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial">O retrato está pousado sobre a mesa. Lá fora, o sol toca as árvores do parque. São duas pessoas: a mãe e o filho, a lembrarem aquilo que foi. O tempo passa e leva com ele o passado. As memórias tornam-se difusas, dir-se-ia que só os retratos permitem que se saiba ter existido cada um desses rostos.</span></em><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial"><br /><em><span style="FONT-FAMILY: Arial">Levantou-se. Olhou as árvores. E lembrou: </span></em></span></em><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-style: italic">Vou construir uma casa na árvore então foi chamar a amiga Joana. Elas decidiram que a casa tinha que ser alta, robusta. Quando o pai da Clara chegou elas foram pediu para ir comprar madeira para elas fazerem uma casa na árvore então o pai lá foi, quando chegou a casa elas já tinham feito as escadas e desenhado a casa na árvore. Elas começaram logo a cortar a madeira a fazer as portas e janelas. Quando chegaram o fim já era noite por isso a Joana já tinha que ir embora e assim não podiam esperementar juntas a casa da árvore.<o:p></o:p></span></em></p>
<p><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-style: italic"><span style="mso-spacerun: yes"> </span>No dia seguinte quando chegaram da escola foram a correr para casa da Joana para decorar a casa da árvore. Elas ficaram contentes com a casinha que começaram a ir para lá todos os dias.</span></em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-style: italic"><o:p></o:p></span></p>
<p> </p>
</em><em></em>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:18272007-10-16T14:34:34O rapaz Chinês2007-10-16T14:07:28Z2007-11-08T15:07:33Z<span>
<p><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial">Não se encontra loja mais barata que a Pérola de Macau.</span><strong><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial"> </span></strong></em><em><span>Que quele ? Pode vele.<br /><span style="FONT-FAMILY: Arial">Faziam as contas nas costas de um papel impresso com gatafunhos orientais e apresentavam-nas aos clientes, silenciosos.</span><br /><span style="FONT-FAMILY: Arial">Mas em meados de Dezembro meteram o sobrinho, que anda na escola, como ajudante. Na verdade é ele quem orienta a loja. Magrinho, com olhos em bico, parece movido a electricidade. Recebe as pessoas à porta, condu-las até à prateleira das molduras, das velas, das porcelanas, faz sugestões, indica preços.<u1:p></u1:p> </span></span><font face="Times New Roman" size="3">Tem de tudo: coisas úteis e inúteis, habituais e exóticas, toscas e delicadas. Por isso, na véspera de Natal, formam-se bichas apressadas mas hesitantes nos seus dois corredores, entre as estantes atafulhadas.</font></em><span><br /><em><span style="FONT-FAMILY: Arial">Até ao início das férias era um casal de chineses recém-chegados que atendia os fregueses. Sabiam uma dúzia de frases em português que misturavam com gestos e sorrisos.</span><o:p></o:p></em></span></p>
<p><span><em> </em>A loja Pérola de Macau situava-se no lado ocidental de Brown City. Por dia iam a loja por dia 100 pessoas mas um dia um comerciante construiu uma loja ao lado da do menino chinês que se chamava Cinco crôas essa loja começou a roubar os clientes então a loja Pérola de Macau foi de 100 pessoas para 2ou3 pessoas então tiveram que abrir falência.<u1:p></u1:p><o:p></o:p></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial"><span style="mso-spacerun: yes"> </span>Mas o menino chinês que se chamava Tayaw teve uma ideia como eles tinham ainda muito dinheiro ele disse ao pai para abrirem muitas lojas por Brown City e em outras cidades e assim tinham mais lucro e podiam baixar os preços.<o:p></o:p></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial"><span style="mso-spacerun: yes"> </span>Então eles fizeram isso e passado algum tempo podiam comprar o que o Tavaw sempre quis comprar uma casa para ele e para a família e ter a nacionalidade americana.<o:p></o:p></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial"><u1:p></u1:p> <o:p></o:p></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
</span>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:16362007-10-11T15:06:43A vendedora de compota2007-10-11T14:11:32Z2007-10-11T14:11:32Z<em><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">
<p><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">Anita vende a doçura <st1:personname w:st="on" productid="em frascos. Enche-os">em frascos. Enche-os</st1:personname> de compota de fruta, tapa-os e<br />cola-lhes uma etiqueta, mas, em vez de escrever compota disto ou compota<br />daquilo, de mirtilos ou de pêssego, de marmelo ou de morango, arredonda a letra<br />e escreve apenas Doçura. Senta-se no passeio com os frascos defronte, expostos<br />no asfalto, junto aos pés, e não lhe faltam clientes. A compota vende-se muito<br />bem e ninguém regressa para reclamar: quem compra julga que a doçura está toda<br />nos olhos de Anita.<o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">Estava a anoitecer quando apareceu um comerciante a falar que ouviu falar muito sobre<o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">a doçura de Anita e que quem comprou nunca veio reclamar. Esse comerciante queria<o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">comprar a doçura toda, Anita ficou muito contente porque quando chega-se a casa os<o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">seus pais iriam ficar contentes e deixariam Anita ir brincar para o parque com os seus <o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">amigos. Ela foi a correr para casa contar a noticia a mãe, quando chegou a casa foi logo<o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><span style="mso-spacerun: yes"> </span>a correr para a beira da mãe, a mãe estava a<span style="mso-spacerun: yes"> </span>preparar os ingredientes para começar a <o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">fazer a comida, quando a mãe soube da noticia ficou contente e deixou a Anita ir brincar com os amigos </span></em><em><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'">para o parque.</span></em><o:p></o:p></p>
<p> </p>
</span></em></em>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:14142007-10-11T14:38:46miguel_lima_18 @ 2007-10-11T14:38:462007-10-11T13:38:53Z2007-10-11T13:38:53Z<p>Este livro fala sobre três meninos, a vivi, o Vasco, a vera, que era inseparável, não só porque os seus nomes começavam pela mesma inicial, mas também porque eram os únicos da turma sem irmãos.</p>
<p> Um dia, na aula de português, a professora mandou fazer um trabalho, chamava-lhe o "projecto do arco-íris", consistia em que cada grupo fizesse um trabalho a cerca de uma cor. Ao grupo do Vasco, da vivi e da vera calhou a cor verde.</p>
<p> No intervalo seguinte foram para a biblioteca pesquisar, logo varias ideias lhe vieram a cabeça, como por exemplo: plantar salsa, anedotas, advinhas, canções....</p>
<p> Entretanto na casa do Vasco todos andavam tristes, pois a mãe dele andava grávida e tinha caído na rua, assim o irmãozinho do Vasco corria perigo de vida.</p>
<p> O tempo voava e os três amigos continham cada vez mais informação, ate que chegou o dia da apresentação. Tudo correu as 5 maravilhas, pois era muita a informação recolhida, desde salsa que correu pela turma para todos sentirem o seu cheirinho, a anedotas e advinhas que ninguém conseguia decifrar.</p>
<p> Os três amiguinhos brilharam como estrelas quando a professora lhe deu um excelente bem gordinho, mas ainda mais contenta ficou o Vasco quando, por um telefonema da mãe soube que o seu irmãozinho já não corria perigo de vida.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:miguel_lima_18:12482007-10-11T14:33:46Pai Rico, Pai pobre2007-10-11T13:34:16Z2007-10-11T13:34:16Z<div class="posttext">Pai Rico, Pai Pobre conta à história do norte-americano Robert Kiyosaki. Ele conseguiu ser um investidor de sucesso e conquistar a independência financeira. A alfabetização financeira de Robert começou aos nove anos, com lições do pai de um amigo, a quem o autor passou a chamar de "Pai Rico". Foi dele que Robert recebeu as primeiras noções sobre o valor do dinheiro. Conselhos bem diferentes dos dados por seu verdadeiro pai, a quem chama de "Pai Pobre".<br />O objetivo deste livro é o de partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência financeira pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Sem treinamento financeiro, freqüentemente recorremos a fórmulas padronizadas para levar a vida, como trabalhar com afinco, poupar, fazer empréstimos e pagar impostos demais.<br />Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. A escolha é de cada um. A cada dia, a cada nota, decidimos ser rico, pobre ou classe média. Dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os aguarda. Ninguém mais o fará.<br />No livro há comparações entre o pai rico e o pai pobre, tendo como principal diferença a Inteligência financeira. Uma combinação de várias habilidades e talentos, que necessitam também de sólidos conhecimentos em quatro grandes áreas: Contabilidade (capacidade de ler e entender demonstrações financeiras, permitindo identificar os pontos fortes e fracos de qualquer negócio), investimento, conhecimento da lei (como utilizar vantagens tributárias) e entendimento dos mercados.<br />Segundo o autor, a educação formal não prepara as crianças para a vida real, e boas notas e formação não bastam para garantir o sucesso de alguém. A diferença está entre ter o controle do próprio destino ou não. O livro traz lições para controlar o destino e tornar-se bem-sucedido. </div>